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Engenharia de sistemas de visão computacional

Inspeção automática de 100% da produção, no ritmo da linha.

A inspeção por amostragem decide sobre a fração que passou pela amostra. Um sistema de visão inspeciona cada peça que sai da linha, com o mesmo critério em qualquer turno.

Sistema de visão computacional projetado pela ELVEX operando em linha de produção industrial.
O que é

Aprovar, reprovar, contar, medir ou classificar: a decisão que hoje depende de um inspetor passa a ser tomada pelo sistema. Em cada peça produzida, não em uma amostra.

O critério de aceite não varia com turno, cansaço ou troca de inspetor. É o mesmo na primeira e na última peça.

Onde agrega valor
  • Alimentos e proteína

    Contaminação, embalagem e contagem na linha.

  • Bebidas e envase

    Nível, tampa, rótulo e integridade antes de paletizar.

  • Madeira

    Classificação por defeito aparente, peça a peça.

  • Plástico e injeção

    Rebarba, falha de injeção e cor fora do padrão.

  • Embalagem e rotulagem

    Rótulo, data, código e fechamento conferidos em linha.

  • Metalmecânica

    Presença de componente, montagem e cota na tolerância.

  • Agroindústria

    Contagem, classificação e corpo estranho em fluxo.

  • Logística interna

    Fluxo, ocupação de doca e movimentação em área controlada.

A arquitetura do sistema

A imagem percorre sempre o mesmo caminho: a câmera captura e decide no próprio ponto de inspeção, em tempo de ciclo; o atuador age sobre a peça reprovada; e o registro guarda a imagem que justificou a decisão. Cada reprovação tem evidência documentada.

O que o sistema decide

O produto muda, o segmento muda. A decisão, não. Se a sua inspeção corresponde a uma das seis, a ELVEX constrói o sistema.

  • 01Contagem e presençaVer detalhesFechar

    Conta unidades e verifica se o item está presente.

    Exemplos de onde é aplicado

    • Contagem de aves na pendura
    • Mortalidade de transporte na chegada
    • Unidades por bandeja na saída da envasadora
    • Caixas por palete antes da expedição
  • 02Medição de dimensãoVer detalhesFechar

    Cota, diâmetro e distância verificados contra a tolerância.

    Exemplos de onde é aplicado

    • Seção de perfil na saída da extrusora
    • Largura e espessura de chapa na linha de corte
    • Diâmetro e comprimento de peça usinada
  • 03Leitura de códigoVer detalhesFechar

    Código, lote e data conferidos contra o esperado.

    Exemplos de onde é aplicado

    • Rótulo e leitura de código
    • Conferência de embalagem, data e fechamento
    • Lote e validade conferidos contra a ordem de produção
    • Etiqueta de volume na saída do armazém
  • 04Detecção de defeitoVer detalhesFechar

    Trinca, rebarba, mancha, corpo estranho e acabamento.

    Exemplos de onde é aplicado

    • Inspeção e contagem de peças plásticas
    • Inspeção de contaminação na carcaça
    • Higienização de caixas e monoblocos
    • Acabamento de superfície em placas e painéis
  • 05Classificação por padrãoVer detalhesFechar

    Separa a produção em classes pelo critério da planta.

    Exemplos de onde é aplicado

    • Classificação de madeira
    • Separação de formatos na saída da linha
    • Seleção por calibre e tamanho em produto agrícola
  • 06Posição e orientaçãoVer detalhesFechar

    Onde a peça está e como está posicionada.

    Exemplos de onde é aplicado

    • Coordenada de peça para robô de pega
    • Orientação de embalagem antes do fechamento
    • Alinhamento de peça na entrada da máquina
Leituras reais

Tudo até aqui foi desenho. Estes são quadros de sistemas rodando, com a marcação do próprio sistema sobre a cena.

  • Quadro de um sistema de visão medindo um tubo: os contornos externo e interno aparecem realçados sobre a peça, e o sistema escreve o diâmetro externo, o diâmetro interno e a largura da parede.

    Medição

    Externo, interno e parede, no mesmo quadro.

  • Quadro de um sistema de visão contando tubos empilhados: cada tubo recebe um identificador e uma linha de corte separa o que já foi contado do que ainda não foi.

    Contagem

    Um identificador por peça, e a linha de corte.

  • Quadro de um sistema de visão conferindo doze terminais de fio um a um: cada posição é cercada e marcada como aprovada ou reprovada.

    Detecção de defeito

    Doze posições, cada uma com o próprio veredito.

  • Quadro de um sistema de visão numa nória de abate: a carcaça em inspeção aparece cercada e o total de unidades contadas é escrito no rodapé.

    Contagem

    A unidade cercada, e o total correndo no rodapé.

  • Quadro de um sistema de visão inspecionando uma peça usinada: o achado é cercado e marcado como não conforme.

    Detecção de defeito

    O achado é cercado onde ele está.

  • Quadro de um sistema de visão inspecionando uma embalagem: o desvio é cercado e a embalagem é marcada como não conforme.

    Detecção de defeito

    Reprovada no ponto em que o desvio aparece.

Sensor de visão ou sistema de visão

A escolha é definida pelo que a decisão precisa enxergar e acionar. A ELVEX domina as duas e especifica a que o ponto de inspeção exige.

Duas arquiteturas resolvem inspeção por imagem.
Critério
WEG Smart Vision Sensor, câmera industrial compacta com sensor, iluminação e processamento embarcados numa única unidade.
WEG Smart Vision SensorCâmera única de 1,3 MP com decisão embarcada.
Sistema de visão computacional com câmera MV-SENS e unidade de processamento MV-CVU separadas, integrado à linha de produção.
Sistema de visão computacionalCâmera e computador de visão industriais WEG.
O que éCâmera, luz e processamento em corpo único.Câmera separada do computador que decide.
O que enxergaEnquadramento fixo, com foco automático.Mais resolução, com a óptica adequada ao ponto.
O que acionaComunica o CLP pelo protocolo da fábrica.Aciona atuador, robô e painel, além do CLP.
Até operarMinutos de configuração, sem programação.Projeto de integração antes de operar.
Onde entraProduto seriado, com critério objetivo.Processo crítico, com análise pesada.
Quando usarUm ponto de inspeção e entrada rápida em operação.Vários pontos, óptica variável ou ação automática na linha.

Para monitorar área ou comportamento, em vez de decidir peça a peça, a arquitetura adequada é outra. Ela é a câmera que a planta já tem, descrita adiante nesta apresentação.

Como o projeto nasce

Nenhuma solução desta página é pacote de prateleira. O caminho é sempre o mesmo, e começa antes de qualquer orçamento de hardware.

  1. Levantamento

    A engenharia da ELVEX vai à planta entender o processo, o ativo e o ponto onde a perda acontece. Sem essa etapa não existe proposta, porque não existe escopo.

  2. Especificação

    Cada camada do sistema é dimensionada para o que foi levantado: variável medida, ponto de instalação, taxa de captura, integração com o que a planta já opera e quem recebe o resultado.

  3. Prova

    O projeto entra com escopo fechado e resultado medido no seu processo, antes de qualquer decisão de escala. O que não sustenta o número não avança.

  4. Escala

    Com o resultado comprovado, a solução se estende aos demais pontos da planta, e as frentes passam a se somar no mesmo projeto.

Sem hardware novo na linha

O que hoje é apenas gravação vira dado estruturado. O processamento roda em servidor local: a imagem não sai da planta. Começa sobre a infraestrutura já instalada, sem obra na linha e sem parada para instalar.

Indicado para

  • Uso de EPI por área e por turno, com registro do que foi visto.
  • Inspeção de posto de trabalho: presença, sequência e aderência ao padrão.
  • Segurança operacional: acesso a área restrita e proximidade de máquina.
  • Cronoanálise: tempo de ciclo e de cada etapa, medidos direto da imagem.

Não indicado para

  • Decisão peça a peça: falta taxa de captura e gatilho.
  • Medição de cota: sem óptica especificada, não há medida confiável.
  • Defeito pequeno: sem iluminação controlada, ele não aparece.
  • Luz variável, ângulo desfavorável ou lente exposta à sujeira.
Exemplos de aplicação

Uso de EPI e boas práticas

Verifica o uso de EPI na linha e registra o desvio de forma contínua, com histórico para a segurança do trabalho.

Posto de trabalho e cronoanálise

Mede o tempo de cada etapa no posto e registra a aderência ao padrão, turno a turno.

Perguntas frequentes

  • Qual o payback?

    Depende do que a inspeção manual custa hoje naquele ponto: a pessoa por turno, a peça que passa e o retorno do cliente. Toda proposta declara a perda atual, o ganho esperado e o prazo de retorno. Antes de qualquer proposta, o diagnóstico gratuito estima essa perda na sua operação, em reais por ano.

  • Como sei que funciona na minha peça?

    Não se sabe por catálogo, e a ELVEX não pede que você acredite. O caminho é uma prova de conceito com escopo fechado no seu ponto, com a sua peça e a sua luz. O resultado é medido, e a expansão é decidida sobre o número, não antes dele.

  • E o falso positivo? A linha vai parar à toa?

    É a pergunta certa, e é ela que define se um sistema de visão fica ou é abandonado. O critério é calibrado no ponto, sobre peças reais, e o equilíbrio entre a peça que escapa e o alarme que não deveria soar é decisão de projeto, acordada com a sua equipe antes de entrar em produção.

  • Dá para usar a câmera que a planta já tem?

    Para uma parte das aplicações, sim: a ELVEX desenvolve o sistema sobre o CFTV existente, sem obra na linha e sem parada para instalar. Para decisão peça a peça, medição de cota e defeito pequeno, não: falta taxa de captura, óptica especificada e iluminação controlada.

  • A imagem da minha fábrica vai para a nuvem?

    Não. O processamento roda em servidor local, dentro da planta. O que sai do sistema é a decisão e o registro dela, não o vídeo da sua operação.

  • O sistema conversa com o meu CLP?

    Sim. A decisão é comunicada ao CLP pelo protocolo que a fábrica já usa. Quando a aplicação exige, o sistema também aciona atuador, robô e painel, e isso é definido no projeto de integração.

  • Preciso parar a produção para instalar?

    Sobre a câmera já existente, não há obra nem parada. Com hardware novo na linha, a janela de instalação é definida no levantamento, junto com o ponto de fixação e a iluminação, para caber na parada que a planta já tem.

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O diagnóstico ranqueia as frentes por impacto na sua planta: as perdas em reais por ano, o retorno estimado de cada uma e a origem declarada de cada dado.

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O que o diagnóstico devolve
  1. Ranking das frentes por impacto
  2. Perdas estimadas em reais por ano
  3. Retorno estimado de cada frente
  4. A origem de cada dado declarada

A ELVEX especifica o ponto, executa a prova de conceito com escopo fechado e mede o resultado antes de escalar. A expansão é decidida sobre o número medido na sua linha. Engenharia presencial, da especificação ao suporte.