Apontamento de produção e de paradas, sem papel e sem digitação.
O apontamento automático registra produção e paradas direto da máquina, sem papel e sem digitação ao fim do turno. O sistema detecta a parada na hora; o operador só informa o motivo, em uma lista curta. O dado vai ao painel e ao ERP, e o tempo parado deixa de ser estimativa.
O que é apontamento automático de produção?
É o registro da quantidade produzida, do refugo e do tempo parado feito pela própria máquina, e não por uma pessoa preenchendo uma folha. A pessoa continua no processo, mas só informa o que o equipamento não consegue saber.
O ganho está na hora e na completude do dado: o registro nasce no momento em que o evento acontece, inclusive o das paradas curtas, que no papel quase nunca são anotadas.
Como o sistema detecta uma parada sem o operador digitar?
Pelo sinal da máquina. Quando o CLP ou o sensor indica que o equipamento deixou de produzir, o sistema abre a parada com data e hora, sem que ninguém precise acionar nada.
A regra que separa parada de intervalo normal, como a troca de turno ou o almoço, é definida com a produção durante a implantação e fica configurada no sistema.
Como o motivo da parada é registrado?
O operador escolhe o motivo em uma lista curta, no terminal ou no tablet, em poucos toques. É a única parte que depende de uma pessoa, porque só ela sabe se a máquina parou por falta de material, ajuste, quebra ou outro motivo.
A lista de motivos é montada com a operação e pode ser revisada. Paradas curtas podem ser agrupadas e classificadas depois, sem atrasar a linha.
O que muda no fechamento do turno?
O fechamento deixa de ser uma reconstituição. O líder abre o painel e vê a produção, o refugo e as paradas do turno por motivo, sem recolher folhas nem digitar de novo no ERP.
O tempo que sobrava para conferir e corrigir anotações passa a servir para tratar a causa da perda.
Como o apontamento chega ao ERP e ao MES?
O sistema envia ao ERP a produção por ordem, a quantidade boa, o refugo e o tempo produtivo e parado, no formato que o ERP aceita. A integração é desenvolvida para o sistema que a planta já usa, sem exigir a troca dele.
O que é automático e o que o operador informa?
| Evento | Detectado por | Informado por | O que fica registrado |
|---|---|---|---|
| Início e fim da produção | Sinal da máquina | Ninguém | Data, hora e duração |
| Quantidade produzida | Contador ou sensor | Ninguém | Peças por ordem e por turno |
| Parada da máquina | Sinal da máquina | Operador escolhe o motivo | Duração e motivo |
| Refugo | Contador ou câmera, quando existe | Operador, quando necessário | Quantidade e causa |
Quando o apontamento manual ainda é necessário?
Quando a máquina não permite ler o estado nem a contagem por nenhum meio viável, ou quando a informação só existe na cabeça do operador, como a causa de uma parada. Nesses casos o registro continua sendo da pessoa, só que digital e no momento do evento.
O levantamento técnico mostra, máquina por máquina, o que pode ser automático e o que não pode, para que a proposta não prometa mais do que o equipamento entrega.
O que costuma ser perguntado antes de pedir proposta?
Como registrar automaticamente o motivo das paradas de máquina?
O sistema detecta a parada pelo sinal da máquina e abre o registro na hora, mas só a pessoa sabe o motivo. Por isso o operador escolhe o motivo em uma lista curta, no terminal ou no tablet, em poucos toques. Paradas curtas podem ser agrupadas e classificadas depois, sem atrasar a linha. O tempo parado vem da máquina, e não da memória.
Dá para apontar produção sem papel em máquinas antigas?
Sim, quando a máquina permite instalar um sensor de contagem ou ler o sinal do CLP. Em máquina sem saída digital, um sensor de retrofit gera o pulso de peça e o estado de funcionamento. O que não puder ser lido automaticamente fica como apontamento do operador, e o levantamento técnico define, máquina por máquina, o que é automático.
O que o ERP recebe do apontamento?
O ERP recebe produção por ordem, quantidade boa, refugo e tempo produtivo e parado, no formato e na frequência que ele aceita. A integração é desenvolvida para o sistema que a planta já usa, e a ELVEX confirma a viabilidade antes da proposta. Os campos exatos dependem do ERP e da ordem de produção, e são combinados com a TI da planta.
O operador precisa de treinamento longo?
Não. O operador usa uma tela com poucas opções: confirma a ordem em produção e escolhe o motivo quando a máquina para. A lista de motivos é montada com a própria operação, em linguagem do chão de fábrica. O acompanhamento nas primeiras semanas serve para ajustar a lista e corrigir o que confunde, e não para ensinar um sistema complexo.
Quanto tempo parado a sua planta consegue nomear hoje?
A ELVEX levanta as máquinas, define o que pode ser automático e monta a lista de motivos com a sua produção.