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Visão computacional industrial

Inspeção visual automática de defeitos e não conformidades na linha.

A inspeção visual automática usa câmera, iluminação e algoritmo para decidir, peça a peça, se o item está conforme. O critério é fixo e igual em todos os turnos, e cada decisão fica registrada com a imagem. A ELVEX especifica o conjunto para a sua linha e valida em prova de conceito antes de escalar.

Como funciona

Como funciona a inspeção visual automática?

Uma câmera fotografa cada peça no momento certo, com iluminação controlada, e o algoritmo compara a imagem com o padrão aprovado. Se a peça foge do critério, o sistema sinaliza ou aciona a rejeição, e guarda a imagem que justificou a decisão.

O critério é o mesmo na primeira e na última peça do turno. A inspeção por amostragem decide sobre a fração que passou pela amostra; a automática olha cada peça que sai da linha.

O que detecta

Que defeitos a câmera consegue detectar?

Os que aparecem na imagem com contraste suficiente. O que decide é a combinação de câmera, iluminação e ângulo, e não só o algoritmo.

  • Defeitos de superfície

    Riscos, manchas, rebarbas e marcas, quando a iluminação os destaca.

  • Defeitos dimensionais

    Peças fora de medida, quando a câmera e a calibração permitem medir.

  • Presença e ausência

    Componente faltando, furo não feito, tampa ou rótulo ausente.

  • Rótulo, tampa e embalagem

    Posição, fechamento e conferência do que está impresso.

  • Cor e acabamento

    Variações de cor e de acabamento contra um padrão aprovado.

Na sua linha

O que define se funciona na minha linha?

Quatro fatores: a iluminação, a variação natural das peças boas, a velocidade da linha e o posicionamento da peça diante da câmera. Uma peça brilhante, uma linha muito rápida ou uma posição que varia exigem mais engenharia, e podem mudar o que é viável.

Por isso a ELVEX não promete antes de ver a peça. A viabilidade é testada em amostra real, na prova de conceito.

A rejeição

Como o sistema rejeita a peça?

Por um sinal enviado ao CLP da linha, que aciona o desviador, o ejetor ou a parada, conforme o processo. A integração com o CLP é parte do projeto, e o tempo entre a imagem e a ação é dimensionado com a velocidade da linha.

A validação

Como medir o acerto do sistema?

Por duas taxas: o falso positivo, que é a peça boa rejeitada, e o falso negativo, que é a peça defeituosa aprovada. A prova de conceito mede as duas em uma amostra real da linha, com os defeitos reais, antes da instalação.

As taxas aceitáveis dependem do custo de cada erro no seu processo, e não de um número fixo.

Especificação

Que tipo de defeito pede que abordagem?

Tipos de defeito, abordagem e limite da inspeção visual automática
Tipo de defeitoAbordagemO que a imagem precisa mostrarLimite
Presença ou ausênciaComparação com o padrãoO componente ou a marca na posição esperadaPeças que variam muito de posição
SuperfícieAnálise de imagem com iluminação dirigidaO defeito com contraste contra a superfícieSuperfícies muito brilhantes ou texturizadas
DimensãoMedição por imagem calibradaOs pontos de referência da peçaTolerâncias mais finas que a resolução da câmera
Cor e acabamentoComparação com um padrão aprovadoA área inteira sob iluminação estávelMudança de luz ambiente
Limites

Quando a inspeção manual ainda é necessária?

Quando o defeito não é visível na imagem, como uma falha interna, ou quando o critério depende de tato, cheiro ou som. Também quando a variação normal das peças boas é tão grande que a câmera não consegue separar o aceitável do defeituoso.

Nesses casos, a visão pode atuar como filtro e deixar para a pessoa apenas as peças em dúvida, em vez de substituí-la. O inspetor continua sendo quem define o critério.

Perguntas frequentes

O que costuma ser perguntado antes de pedir proposta?

  • Como funciona a inspeção visual automática de defeitos?

    Uma câmera fotografa cada peça no momento certo, com iluminação controlada, e o algoritmo compara a imagem com o padrão aprovado. Se a peça foge do critério, o sistema sinaliza ou aciona a rejeição, e guarda a imagem que justificou a decisão. O critério é o mesmo na primeira e na última peça do turno.

  • A visão computacional substitui o inspetor de qualidade?

    Ela assume a repetição: conferir cada peça com o mesmo critério durante todo o turno, sem cansaço. O inspetor continua necessário para definir o critério, tratar o que o sistema separa e investigar a causa. Na prática, o trabalho humano passa de olhar todas as peças para decidir sobre as peças que o sistema sinalizou.

  • O que são falso positivo e falso negativo?

    Falso positivo é a peça boa rejeitada; falso negativo é a peça defeituosa aprovada. A prova de conceito mede as duas taxas em uma amostra real da linha, com os defeitos reais, antes de a ELVEX propor a instalação. As taxas aceitáveis dependem do custo de cada erro no seu processo, e não de um número fixo.

  • Posso usar a câmera de CFTV que já tenho?

    Em alguns casos, sim. A ELVEX desenvolve o sistema sobre a câmera de CFTV que a planta já tem quando a resolução, o ângulo e a iluminação permitem. Para inspeção de detalhes finos, em geral é preciso câmera e iluminação dedicadas. O levantamento técnico mostra qual das duas opções atende o seu ponto de inspeção.

  • Quanto custa um sistema de inspeção visual?

    O custo depende do número de pontos de inspeção, da câmera e da iluminação, e da integração com o CLP da linha. Por isso a ELVEX não publica um valor único: o preço sai do levantamento e da prova de conceito. O PROVAL estima o payback do monitoramento, e o artigo sobre retorno da visão computacional detalha a conta.

Qual ponto da sua linha tem hoje o maior custo de inspeção manual?

A ELVEX olha a peça, a luz e a velocidade da linha e testa a viabilidade em amostra real.