Monitoramento de condição de bombas, redutores e compressores.
O monitoramento de bombas, redutores e compressores mede vibração e temperatura de forma contínua e classifica a severidade conforme a ISO 20816. Em vez de esperar a próxima rota de inspeção, a manutenção recebe o alerta quando o ativo muda de comportamento. A ELVEX especifica os sensores WEG, instala e integra à plataforma.
Por que monitorar bombas, redutores e compressores, e não só motores?
Porque a parada de uma bomba, de um redutor ou de um compressor para o processo tanto quanto a de um motor, e esses ativos costumam ficar fora da rotina de medição contínua. O motor é o ativo mais lembrado; o que ele aciona é, muitas vezes, onde a falha começa.
Monitorar o conjunto mostra de onde vem a mudança de comportamento, e não apenas que o motor está sofrendo.
O que cada ativo revela na vibração e na temperatura?
Cada tipo de ativo tem os seus pontos de atenção. A leitura contínua mostra quando um deles começa a mudar, e a análise de um técnico confirma a causa. Os itens abaixo são pontos de atenção gerais, e não diagnóstico automático.
Bombas
Desalinhamento, desgaste de rolamentos e condições de operação que causam vibração, como a cavitação.
Redutores
Desgaste de engrenagens e rolamentos, folgas e aquecimento por lubrificação inadequada.
Compressores
Desbalanceamento, folgas, desgaste de rolamentos e aquecimento fora do padrão.
Quantos sensores cada ativo precisa?
Depende do ativo e do que se quer enxergar. Um ativo pequeno pode ser coberto por um sensor; um conjunto motor e carga maior costuma pedir pontos de medição em mais de um lugar. A ELVEX define a quantidade e a posição no levantamento, e a página de gestão de ativos detalha a lógica de cobertura.
Como o sensor se fixa ao ativo?
Na carcaça, em um ponto definido no levantamento, por um método de fixação compatível com a superfície e com o ambiente. A instalação segue as regras de segurança da planta e, em ativos de acesso restrito, pode exigir permissão de trabalho ou uma parada curta.
Como a severidade é classificada?
Pela comparação da vibração medida com as zonas da norma ISO 20816, que classifica a condição da máquina em níveis, do aceitável ao que pode causar dano. A parte da norma aplicável depende do tipo de máquina, e a plataforma aplica a classificação ao ativo monitorado.
A norma é um critério de severidade, e não um diagnóstico. A decisão de intervir continua sendo da manutenção.
O que monitorar em cada ativo?
| Ativo | O que monitorar | Pontos de atenção | Limite do monitoramento |
|---|---|---|---|
| Bomba | Vibração e temperatura | Desalinhamento, rolamentos, condição de operação | Não mede o desgaste interno do rotor |
| Redutor | Vibração e temperatura | Engrenagens, rolamentos, lubrificação | A análise do óleo é outro ensaio |
| Compressor | Vibração e temperatura | Desbalanceamento, folgas, rolamentos | Não substitui a verificação de pressão e vazão |
O que o monitoramento não detecta?
Falhas que não alteram a vibração nem a temperatura, como um desgaste interno que ainda não afeta o comportamento do ativo, e falhas súbitas que não dão aviso. O monitoramento reduz a surpresa, mas não a elimina.
Também não substitui outros ensaios, como a análise de óleo, quando o ativo exige. A ELVEX orienta a combinação de técnicas conforme a criticidade de cada ativo.
O que costuma ser perguntado antes de pedir proposta?
Como monitorar bombas, redutores e compressores?
Sensores fixados na carcaça medem vibração e temperatura de forma contínua e enviam os dados à plataforma, que compara cada leitura com o comportamento normal do ativo e com a classificação de severidade da ISO 20816. Quando o ativo muda, a manutenção recebe o alerta com a leitura que o justifica e planeja a intervenção.
Preciso parar o ativo para instalar o sensor?
Em geral, não para o sensor sem fio fixado na carcaça, mas a instalação segue as regras de segurança da planta e pode exigir permissão de trabalho ou parada curta em ativos de acesso restrito. O levantamento técnico confirma o ponto de fixação e o procedimento em cada ativo, antes de qualquer instalação.
O monitoramento online substitui a rota de coleta?
Para ativos críticos, sim, porque mede o tempo todo e avisa no momento da mudança. A rota de coleta continua útil para ativos de baixa criticidade, em que a medição mensal basta. A escolha entre as duas é uma decisão de criticidade e de custo, detalhada no artigo sobre monitoramento online e rota de coleta.
Por onde começar a monitorar?
Pelos ativos cuja parada mais custa, e não pelos mais fáceis de instrumentar. A matriz de criticidade ordena os ativos por impacto da falha e por probabilidade, e indica quais entram primeiro. Um começo com poucos ativos críticos mostra o resultado e orienta a expansão, sem exigir instrumentar a planta inteira de uma vez.
Onde continuar a leitura?
- Manutenção preditiva e monitoramento de condição
- Sensores WEGscan e WEG Motion Fleet Management
- Diagnóstico de falhas em rolamentos por vibração
- Matriz de criticidade: como decidir quais ativos monitorar primeiro
- Monitoramento online ou rota de coleta
- Monitoramento de temperatura em câmaras frias
- Gestão e monitoramento de energia industrial
Qual ativo, parado, custa mais caro na sua planta?
A ELVEX parte da criticidade dos seus ativos para definir onde instalar os primeiros sensores.