Identificação automática de peças por imagem, sem código.
A identificação de peças por imagem reconhece qual é a peça pela forma, pelo tamanho e pela aparência, sem depender de código impresso. A câmera captura a peça, o algoritmo compara com os modelos cadastrados e informa qual é, ou se é desconhecida. A ELVEX recomenda a leitura de código quando ela é possível, e usa a imagem quando não é.
Como a câmera identifica uma peça sem código?
O algoritmo compara a imagem da peça com os modelos cadastrados e informa qual é o mais parecido, ou que a peça é desconhecida. Os modelos são cadastrados a partir de imagens da própria peça, em várias posições.
O resultado é registrado e pode comandar a separação, a contagem ou a conferência de um kit.
Quando a imagem é melhor que o código? E quando não é?
Marcar a peça com código é a melhor solução quando é possível, porque a leitura de código é mais simples e robusta. A imagem é melhor quando a marcação é inviável ou cara: peças pequenas, brutas, em grande volume ou já fabricadas.
Quando existe um código legível, a leitura de código vence. A página de leitura de códigos e OCR trata desse caso.
Quantos modelos de peça o sistema distingue?
Depende de quão diferentes as peças são entre si. Peças muito parecidas exigem mais imagens de treinamento e podem pedir iluminação específica. O número de modelos distinguíveis é validado em amostra real, e não prometido por catálogo.
Como o sistema trata a peça desconhecida?
Sinaliza como desconhecida e guarda a imagem para revisão, em vez de forçar uma classificação errada. Se a peça é nova e válida, entra no cadastro e passa a ser reconhecida. Esse ciclo de revisão faz parte da operação.
Como funciona a verificação de kits?
A câmera identifica cada peça colocada no kit e confere se estão todas, nas quantidades certas, antes de ele seguir. A mesma lógica vale para separação de peças misturadas em uma esteira.
Identificar por imagem ou por código?
| Situação | Melhor opção | Motivo | Limite |
|---|---|---|---|
| Peça com código legível | Leitura de código | Mais simples e robusta | Depende da qualidade da marcação |
| Peça pequena ou bruta, sem marcação possível | Imagem | Não exige alterar a peça | Peças parecidas pedem mais treinamento |
| Grande volume de peças já fabricadas | Imagem | Evita marcar uma a uma | Exige iluminação controlada |
| Rastreabilidade unidade a unidade | Código único | Cada peça tem identidade própria | A imagem identifica o modelo, não a unidade |
Quais são os limites da identificação por imagem?
A imagem identifica o modelo da peça, e não a unidade: duas peças idênticas têm a mesma identificação. Para saber qual unidade é qual, é preciso um código único.
Peças muito parecidas, mudanças de luz e peças deformadas reduzem a precisão. A ELVEX mede o acerto em amostra real antes de propor.
O que costuma ser perguntado antes de pedir proposta?
Como identificar peças que não têm código de barras?
A câmera captura a peça e o algoritmo a compara com os modelos cadastrados, reconhecendo-a pela forma, pelo tamanho e pela aparência. O sistema informa qual é a peça e registra a identificação. Peças muito parecidas entre si exigem mais imagens de treinamento e podem pedir iluminação específica. A precisão é medida em amostra real.
Por que não marcar as peças com código?
Marcar é a melhor solução quando possível, porque a leitura de código é mais simples e robusta. Mas há peças em que a marcação é inviável ou cara: pequenas, brutas, em grande volume ou já fabricadas. Nesses casos, a identificação por imagem resolve sem alterar o produto. O levantamento avalia as duas opções.
O que o sistema faz com uma peça que não conhece?
O sistema a sinaliza como desconhecida e guarda a imagem para revisão, em vez de forçar uma classificação errada. Se a peça é nova e válida, ela entra no cadastro e passa a ser reconhecida. Esse ciclo de revisão faz parte da operação, e o esforço depende da variedade de peças.
A identificação por imagem serve para rastrear cada unidade?
Não. A imagem identifica o modelo da peça, e duas peças iguais recebem a mesma identificação. Para rastrear unidade a unidade, é preciso um código único gravado na peça e lido por câmera. Quando a rastreabilidade individual é exigida, a ELVEX avalia a marcação da peça junto com a leitura de código.
Que peça da sua linha ninguém consegue marcar com código?
A ELVEX mede o acerto da identificação por imagem em amostra real, antes de propor.